Industrial catalão Ramon Térmens, Presidente do Grupo Taurus/Mallory, abre o terceiro dia da imersão ao ecossistema de Barcelona promovido pela FIEC, por meio do IEL Ceará - IEL/CE - Instituto Euvaldo Lodi
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Industrial catalão Ramon Térmens, Presidente do Grupo Taurus/Mallory, abre o terceiro dia da imersão ao ecossistema de Barcelona promovido pela FIEC, por meio do IEL Ceará

16/09/2022 - 16h09

A imersão ao ecossistema de Barcelona, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL Ceará), em parceria com a Universidade La Salle, prossegue nesta quarta-feira (14/09) com o módulo sobre inovação corporativa e empreendedorismo digital. A abertura do encontro foi feita pelo industrial catalão, Ramon Térmens, Presidente do Grupo Taurus, dono da Mallory, um dos principais investimentos catalães no Ceará.   

Em sua fala, Ramon Térmens contou a trajetória do Grupo e ressaltou a importância do compromisso social das empresas, de uma maneira geral, afirmando que os negócios são peças chave na geração de oportunidades e no desenvolvimento das pessoas. Ele citou o exemplo do Ceará, onde a Mallory instalou uma linha de montagem de ventiladores dentro do presídio feminino Instituto Penal Auri Moura Costa, em Itaitinga. Térmens explicou ainda que um dos fatores que levou à instalação de uma planta da Mallory no Ceará, em 2002, foi o desejo de contribuir com a melhoria da vida das pessoas. O objetivo, segundo o empresário, era ter relevância no desenvolvimento do Estado e criar oportunidades para os cearenses.  

O Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, enalteceu a participação do industrial catalão, destacando que ela engrandeceu ainda mais os aprendizados da imersão. Para Ricardo Cavalcante, a Mallory é uma empresa que realmente faz a diferença e contribui enormemente para o desenvolvimento econômico do Estado. 

Após a participação do Presidente do Grupo Taurus, teve início a aula sobre Corporate Venture e Empreendedorismo Corporativo, ministrada pelo professor da La Salle, Javier de da Ossa. O professor abordou diversos conceitos do Corporate Venture, que é uma estratégia aplicada por quem quer dinamizar o processo de inovação. Geralmente, o negócio entra em conexão direta com uma startup para captar uma nova tecnologia ou modelo de negócio.

“O professor focou no mundo das startups, trazendo conceitos e várias ferramentas. Vimos todo o processo de maturação e desenvolvimento de uma startup para entender desde o seu nascedouro até o momento de definição pela continuidade ou não do negócio, visando escalabilidade, a sua estruturação como empresa ou simplesmente o lançamento de uma solução para o mercado”, resumiu a Superintendente do IEL Ceará, Dana Nunes.

De acordo com ela, os participantes da imersão tiveram, após a apresentação dos conceitos e ferramentas, a oportunidade de relacionar, por meio de uma dinâmica prática, os conteúdos aos seus negócios, utilizando uma visão mais expandida, de mundo, à realidade local cearense.

Academia, empresas e sociedade

A visita para a aplicação dos conteúdos no terceiro dia de imersão foi na Mobilie World Capital Barcelona, uma iniciativa que impulsiona o desenvolvimento digital da sociedade e ajuda a melhorar a vida das pessoas globalmente. Entre outras ações, conecta talentos das universidades e centros de pesquisas a empreendedores para criar startups disruptivas, de base tecnológica, com o objetivo de enfrentar os desafios da sociedade e da indústria. Possui uma plataforma de negócios específica para o desenvolvimento de startups.

Com apoio público e privado, a Mobile World Capital centra a sua atividade em quatro áreas: aceleração da inovação através do empreendedorismo digital; transferência de conhecimento científico para o mercado, promovendo uma indústria mais competitiva baseada na colaboração entre ciência e negócios; desenvolvimento de talentos digitais entre novas gerações e profissionais; e a geração de conhecimento sobre o impacto da tecnologia em nossa sociedade.

“A visita foi excelente! Vimos na prática, verdadeiramente, como o ecossistema funciona sob o tripé da universidade, empresas e instituições. Muitas soluções são geradas dessa parceria e muitas startups são aceleradas com soluções muito inovadoras para as empresas”, sintetizou Dana Nunes.

 

 

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